terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Promoção: "O Filme Perfeito", por Jodi Picoult.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 10:51 4 amigos compartilharam
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Amor, a tortura benquista.
Olhares. Súplicas. Revezes de almas perturbadas pela própria vontade de libertar-se. Como por osmose nos é permitido sentir o real; suas janelas, ornadas manualmente por ouro, abrem-se, revelando a face do verdadeiro amor. Somos suficientemente dignos de vivê-lo? As dúvidas abatem-se, como chacais, sobre os corações divididos, incapacitando-os. Querem provar-lhes sua tolice que, no entanto, não existe. São apenas umas projeções inverossímeis, arraigadas de todo o mal da inveja. Apaixonemo-nos, entreguemos nosso corpo. E, por isso, protejamos nossas almas. Sem consciência, como podemos viver este deleite? Esses estados latentes, adormecidos, rugem para serem exaltados. Se fugimos ao cerne de nosso propósito, como colher seus frutos? Como amaldiçoar o que renegamos quando foge aos trilhos de nossa ordem? Somos eternizadores de momentos, atravessadores de oceanos repletos dos perigos que acabam por nos cercar. Se não cremos em nosso poder, se não ouvimos os gritos interiores, tornamo-nos suscetíveis e sujeitáveis às intempéries propositais. Nossos punhos recusam-se a abater nossos inimigos mais cruéis: os amados. Há defesa concebível para resistir a algo que nos é inerente e caro? Por amor matamos. E morremos, em inúmeras oportunidades. O que nos nutre acaba podando em doses maiores. O amor é faca de dois gumes, a força que aplicamos nos comprime e lacera. É rosa, que omite todo o seu lado pernicioso por meio de sua beleza. É o veneno ao qual somos dependentes, que compõe nossos tecidos e os destrói. Principalmente, é oxigênio, nos mantêm vivos e cobra o seu preço, envelhecendo-nos. Não podemos viver incólumes, sem qualquer traço ou resquício de paixão em nosso caminho. Os tendo, acompanha-nos a certeza da dor. Amar é aceitar a dor, torná-la amiga. Esmagar-lhe, liberando seu sumo. Bebê-lo. Escudar-nos com o seu próprio malefício e, desta forma, sofrer. Sofrer, sempre, e agradecer. Devemos sangrar, debulharmo-nos em lágrimas e sorrir. Alçar a cabeça e repuxar os lábios, tatuando em nossas testas que faríamos novamente o incabível para afirmar este sentimento que nos tortura e nos completa. Amei, logo vivi.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 09:05 10 amigos compartilharam
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sábado, 28 de novembro de 2009
Anjos e demônios, arquétipos alegóricos de uma concepção idealista.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 11:30 3 amigos compartilharam
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quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Redenção intransigente.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 21:08 7 amigos compartilharam
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terça-feira, 24 de novembro de 2009
"Um conto de amor com cheiro de Néctar de Flor."
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 06:00 19 amigos compartilharam
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segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Pelos desertos da Alma.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 06:00 14 amigos compartilharam
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sábado, 21 de novembro de 2009
Ao Dahi, este tesouro que me esgota.
Sempre existirá um espaço para você em meus pensamentos, Dahi.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 15:02 8 amigos compartilharam
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quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Memórias inglórias.
Deixado ao vento por Maycon Aguiar às 18:14 8 amigos compartilharam
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